E para quem não estar acompanhando The Good Fight, vai um recado: ASSISTA! Que série deliciosa de se acompanhar, não precisa ficar preso as 7 temporadas de The Good Wife, o elenco mantém a bola quicando e as tramas estão ótimas, mas o mais importante, temos Christine Baranski arrasando em cena.
Os dois casos pegados foram interessantes e de conclusões nada fáceis, mesmo que parecesse que tudo fosse cair para o bem-estar de Diane, Lucca e Maia. Ter casos difíceis e que nos enganem quanto a sua conclusão é interessante para nos manter intrigados em como as coisas podem ser conduzidas pela série.
Nos dois episódios os casos foram interessantes e trouxeram nuances bacanas para o desenvolvimento de seus personagens, principalmente com a chegada de Diane e Maia a firma nova. Lucca no meio destes empasses e sendo o elo entre o novo e o antigo para a advocacia, é bacana por ser uma personagem que não teme falar e se impor e é isso que vemos. Tanto no caso do homem que sofre de uma acusação de roubo que não cometeu, quanto na do médico que trata um possível terrorista.
Os dois casos são levados mostrando os dois lados do processo e assim como a série irmã, ela trabalha bem tudo isso. Diane e Lucca conseguem fazer o médico terminar a sua assessoria na cirurgia de um rapaz, para no final descobrir que o exército quem queria tempo para o irmão terrorista dele aparecer e destruir tudo. Ganharam de um lado, perderam de outro, assim como Maia e Lucca que quase ganham o caso de Frank, para no fim ele ter a lista suja por roubo em um emprego anterior.
O mais gostoso da série são o desenvolvimento dos personagens secundários. Lucca é trabalhada de forma mais série e Barbara sempre a coloca para evitar que Diane cresça, criando um clima de guerra para a nova sócia. No caso de amor, ela fica no jogo de gato e rato com Morello e é delicioso.
Diane tem um problema grande, conseguir grana para entrar na sociedade e o pouco tempo a deixa em má posição, pois por mais que Adrian a queira com eles, Barbara não deixará barato. E vemos que eles gostam de um joguinho, e quem acaba se ferrando é Julius, que precisando de alguém que assuma que votou em Trump para presidente, acaba conseguindo a inimizade de todos da firma, por mais que ele tenha “salvo” um ordenado milionário…
Maia segue sua briga por justiça a favor pai Henry, ainda mais depois de ver as mentiras de Lenore, seja com a desculpa do câncer para ela ir até ela, ou com a descoberta mais cabeluda, que é saber que a mãe está dormindo com Jax, o irmão de seu pai… O problema maior é que todos estão envolvidos no escândalo que a faz ficar longe de tudo e coloca sua vida em risco, já que ela está no meio da guerra familiar, onde o pai acusa o tio pelos golpes e vice-versa.
Ela chega a invadir a casa do tio, com uma ajudinha de Marisa, que como sempre é sensacional, e consegue uns documentos para ajudar o pai e pode complicar a vida de todos…
The Good Fight promete fazer uma jornada interessante e abordar temas bem complicados e pelo que já foi apresentado, podemos esperar bastante confusão e emoção. Volto a ressaltar que o elenco está afiadíssimo e todos merecem destaque, mas aqui gostaria de pedir atenção a Michael Boatman, o Julius, ele mantém muito bem o personagem.
Fico por aqui, comentem e to be continued…
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