Crédito: HBO Max
The Last of Us nos leva ao seu encerramento da 1ª temporada de forma emocional e trabalhando de forma sensacional os laços de Joel e Ellie, o seu passado e como vários atos tem algumas consequências que os fãs dos jogos sabem que serão explorados no próximo ano.
O ponto alto do episódio, que foi menor em duração que os dois anteriores, foi o desenrolar da relação de Joel e Ellie, e Pedro Pascal com Bella Ramsey nos entregaram uma jornada muito intensa. Ela pensando nos problemas que se meteu, nas mortes e perdas que causou, enquanto ele finalmente se conectar emocionalmente com alguém, para poder vir a perder.
O caminho dos dois até o hospital dos Vaga-Lumes foi tortuoso e neste episódio chegaram a um santuário, um lugar com animais a solta, e ela conheceu uma girafa, mas toda calmaria e intensidade destes momentos para o desenvolvimento deles se encerra com a chegada dos Vaga-Lumes e de Marlene.
The Last of Us mostra que a jornada da mulher até o local escondido deles foi longa, ela comenta que teve perdas, e conta a verdade a Joel… E para isso temos o flashback inicial, que não parece ter conexão com nada, apenas uma mulher grávida fugindo de um Estalador e ao ser pega, ela o mata, tem a bebê e ainda é mordida. Ela então pede a Marlene que cuide de sua filha e a mate.
Marlene era amiga da mãe de Ellie, e mesmo com toda a conexão emocional, resolveu que para o bem da humanidade era melhor entrar a garota para saber de uma possível cura. Joel acordado escuta com atenção ela contando que Ellie está conectada de alguma forma a uma evolução do Cordyceps, e que precisam tirar ele para estudarem e fazerem uma cura. Então Joel logo liga que para isso precisam abrir o cérebro da menina.
A cena dele descontrolado matando os Vagalumes do hospital foi muito boa, a medida que ele vai ficando fora de si para encontrar Ellie, o som do ambiente vai sumindo, ficando só os barulhos dos tiros, mostrando que ele estava de um jeito que só o seu destino importava, tanto que mata o médico de Ellie sem nem pensar duas vezes. Achei que ele não iria nem poupar as ajudantes dele, mas tem que sobreviver alguém para contar a história…
Quando Marlene tenta impedi-lo e conta que precisam pensar em um bem maior, novamente ele não pensa duas vezes, sua conexão com a garota é grande e já é como se fosse sua filha, tanto que mais a frente ele comenta que Sarah iria adorar conhecê-la. Assim Marlene é uma pedra que ele precisa tirar do caminho, e assim também o faz.
The Last of Us termina com Joel mentindo e jurando para Ellie que não tinha a cura, que há outras pessoas como ela, e que eles podem viver em paz ao lado de Tommy e Maria. É muito significativo o momento antes da calmaria para os personagens ser essa mentira, pois há consequências, e a 2ª temporada promete muito…
Uma coisa é certa, se vieram buscar uma série de ação extrema, com todos os episódios tendo hordas de Estaladores e muita matança, a série não promete e não entrega isso, muito pelo contrário, a série te leva de forma intimista a relação destes dois personagens que estão “quebrados” em um mundo cheio de problemas na humanidade e com uma ameaça que fica rondando.
The Last of Us conquista por sua trama, mas principalmente pela química e dinâmica entre Pascal e Ramsey, e mesmo eu não conhecendo a fundo a trama do jogo, foi excelente acompanhar esse primeiro ano meio que as cegas.
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