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Will & Grace | 9×14 – The Beefcake and The Cake Beef

Aquele embuste do passado sempre pode voltar as nossas vidas e para Will não foi diferente, e gostei de Will & Grace usar isso para cutucar um pouco a amizade dele com Jack, mas o legal foi ver Grace defendendo um direito de Karen, mesmo que fosse contra o que ela pensa e ainda ser julgada por isso.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Will não só voltou com Michael, o seu namorador anterior a Vince, como resolveu cair de cabeça, se entregar completamente, deixando Jack e Grace preocupados com ele, com medo de que volte a sofrer. A questão acaba recaindo sobre Jack, que decide conversar com o amigo e abrir seus olhos, e ele até consegue, mas Michael rebate…

Achei interessante colocar essa questão de que Jack poderia estar apaixonado para dar um sacode na relação dele com Will, mesmo que nunca tenhamos sentido isso por parte dessa amizade tão sincera. Jack acaba rindo disso e deixa claro que Michael está interessado em algo que ele não enxerga e acaba sendo criticado por Will.


Tudo é conduzido de forma engraçada e até quando Michael pede que Will invista em sua academia é de boa, mas o problema é quando a verdade cai na cabeça da pessoa e Will viu que Jack estava certo, mas ainda melhor é ver Jack lhe dando suporte em um momento difícil.

Agora, Karen pedindo a Amy um bolo para Trump foi hilário, pois a garota se nega a fazer algo para a conservadora, o que acaba colocando Grace na jogada, dizendo que mesmo que Karen seja o oposto de tudo o que eles querem, fazer o bolo é um direito dela e deve ser feito. Vanessa Bayer dá um show em cena, fica hilário os momentos, mesmo com um tema tão forte sendo discutido. Quando sai o bolo e ela escreve o MAGA (Make America Great Again), mas dá seu toque e acaba transformando em I’MAGAY (I’m a gay)…

Will & Grace sempre foi a frente a seu tempo e mesmo neste retorno sabe brincar com os temas atuais dando aquelas cutucadas. Karen pode ser conservadora e fazer piadas muitas vezes ofensivas, mas ela é uma caricatura completamente exagerada deste tipo de pessoa que prega o ódio, pois acaba sendo o alívio cômico, e só fica séria quando o assunto é mais humano e ela vê que machuca.

No episódio dessa temporada quem dá vida a Michael é Cheyenne Jackson, mas originalmente o personagem havia sido interpretado por Chris Potter.

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Danilo Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de cinema, televisão e teatro...

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