Sem palavras! Ainda não foi a chegada da virada, mas Westworld começa a mostrar a que veio e ficamos boquiabertos com as possibilidades, mesmo que muitos momentos sejam arrastados. O mais importante é ver as interpretações magistrais de Anthony Hopkins e Thandie Newton, que transformam o roteiro em algo brilhante…
Primeiro Ford e sua fábrica de anfitriões. Foi uma surpresa e tanto ver ele conversando com Thomas e sua família, e isso logo após Bernard seguir uma dica e encontrar a família de anfitriões fora do sistema no setor 17 e aos poucos ir descobrindo peças soltas. Elise foi a peça chave para a descoberta disso e sua curiosidade poderá levá-la a se machucar… Essa trama envolvendo espionagem industrial, mas recaindo sobre investigações internas e roubo de projetos, é excelente.
E ainda por cima temos toda a questão das vozes que os anfitriões tem escutado e como Arnold pode interferir tanto na programação deles. Agora, o melhor é: quem é Arnold? Ele está vivo? Essas linhas de código é uma alforria as suas criações?
Tudo nos leva a crer que é Theresa quem ajuda a vazar as informações devido a forma que Bernard a afasta de questionamentos, e ainda temos Lee, que acaba criando conflito por querer criar narrativas mais interessantes, mas seus interesses batendo de frente com Ford. Ri demais com ele chegando em Charlotte e depois mijando na planta do parque, sem saber que ela é a nova supervisora da empresa que pretende investir em Westworld.
Dessa parte ainda temos Maeve (Newton) adquirindo consciência e se colocando em linha de fogo, com direito a “se matar” para voltar as instalações e ficar cara-a-cara com Felix e buscar informações sobre ela. É simplesmente brilhante como o roteiro trabalha esse “despertar” de Maeve, ao lado da admiração de Felix pelos anfitriões, enquanto ela coloca Sylvester em seu devido lugar. Com a mudança drástica que ela os obriga a colocar em sua função principal de personalidade, um leque de possibilidades se cria para ela…
Enquanto isso, dentro da narrativa de Westworld, o Homem de Preto, ao lado de Teddy, vai se aproximando de Pariah em busca da entrada para o labirinto. O mais interessante é ver Teddy também despertar sua consciência e começar a agir mais no instinto e se lembrando de sua vida passada. O mais bacana é ver que o Homem de Preto deverá demorar a ter consciência de que o jogo está mudando.
Simplesmente impossível não ficar admirado em como Westworld finalmente cresceu e depois de um tempo com sua narrativa mais lenta, entregar os mistérios bem desenvolvidos e nos deixar angustiado querendo saber mais da série. JJ Abrams, Jonathan Nolan e produção estão de parabéns!
Fico por aqui, comentem e to be continued…
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