Essa semana voltamos a falar sobre cansaço mental e como as pessoas estão sobrecarregadas, e para ajudar uma ameaça gigantesca está rondando o universo, e é a mistura de tudo isso que tem me feito ficar mais intrigado com as tramas de Star Trek: Discovery.
Stamets está obcecado com o DMA, da mesma forma que Culber está focado em ajudar os tripulantes com seus problemas mentais por conta do salto temporal, da Queima do Dilitium e toda a luta que rolou até então, a questão é que ambos estão sobrecarregados, mas não dão o braço a torcer. Culber precisa ouvir que ele ter voltado da morte e não conversado sobre sentimentos é um dos problemas, pois ele parece fugir dos próprios, enquanto Stamets quer resolver um problema gigantesco e sua curiosidade científica chega a ficar fora de ordem.
A chegada de Taka para ajudá-lo a pesquisar o DMA quase coloca a Discovery em risco, pois para simular a criação do evento eles precisam de muita energia e quase explodem a nave, é Saru quem coloca o ponto final, pois nenhum dos dois cientistas conseguem enxergar o que estavam fazendo. O ponto interessante é que descobriram que o problema pode ser realmente criado, mas em conversa com Booker, que até identifica um problema no cientista de fora, ele explica que para tal criação do DMA eles precisariam de energia de quase uma supernova.
Da parte política temos Michael e Booker indo até um asteroide de mineração e resgatando pessoas, mas o comandante do lugar não queria que eles salvasse os prisioneiros. A prisão parecia absurda de segurança, com direito a bombas, mas chegando lá eles descobrem que a lei era muito severa, e tinha gente presa com sentença de morte por roubar comida, ou por briga inútil. Apenas Feliz quem resolve ficar para traz por ter matado alguém, e Booker fica sentido com Michael por aceitar a decisão do homem.
Star Trek: Discovery sempre traz essas discussões e aqui não foi diferente, e foi sensacional a forma como Michael se impôs contra o comandante que queria que ela alocasse em outro lugar os prisioneiros, mas ela deixou claro que ali na nave ele não era ninguém para dar ordens, e para ele baixar a crista, pois de agora em diante ele era um refugiado em qualquer lugar que fosse.
Sabendo agora que o evento é criado, principalmente pelo salto que o mesmo deu de um setor para outro a mais de 10 anos luz, deixa ainda mais intrigante as coisas em Star Trek: Discovery, pois agora temos um vilão que ainda não foi apresentado, mas com um poder de destruição enorme.
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