Mais leve e já começando com uma aventura de exploração e resgate, Star Trek: Discovery nos coloca em um ritmo mais alegre e com força, dando direito a mais piada e interações entre os personagens, deixando o clima na Discovery muito mais ameno. Além disso, hora de focar na relação de Michael e Spock…
Uma das coisas que logo de início sentimos com o episódio e aos poucos vamos nos afeiçoando, é a forma como todos os personagens passam a ter uma importância ainda maior, e sentimos isso com o roteiro nos expondo cada um dos tripulantes da ponte de comando. Dar nomes a eles nos aproxima, e ainda nos mostram mais de suas personalidades, e o melhor, uma leveza nos momentos certos.
Assim temos Michael Burnham, Gen Rhys, Keyla Detmer, Joann Owosekun, Airiam, Ronald Altman Bryce e Saru…
Ponto de desenvolvimento dessa temporada será a relação de Michael com Spock, e logo de cara vemos a sua chegada a Volcano, ela conhecendo Amanda e a forma como Sarek tem um carinho por ela. O problema é que Spock, ainda pequeno, sofre de pesadelos e a chegada dela não ajuda muito.
De volta a trama do encontro com a NCC-1701, a Enterprise, adorei ver o Capitão Pike não só entrando na Discovery, como pedindo o comando dela para si. De começo achei que fosse alguma invasão, mas o desdobrar do episódio nos mostra uma outra visão que ele tinha da tripulação da Discovery, e a forma como ele passa a respeitar cada um ali dentro. Pike é um capitão cheio de luz e que não deixa ninguém para trás, assim como o pessoal da Discovery.
O lado aventureiro acaba indo para Pike, Michael, Connelly e uma terceira mulher da Enterprise indo até um asteróide, que é composto de matéria negra, e assim vão ao resgate da USS Hiawatha. Toda a parte de exploração, ansiedade, alívio e correria contra o tempo para saírem do asteróide, foi muito bem dosado. Cada personagem teve sua importância na trama e colocou tudo em outra perspectiva.
O mais bacana é que com a matéria negra adquirida para estudos, e sem a pressão da guerra, tudo vira ciência. Stamets ainda quer sair dessa função, esquecer o que houve com Culber e viver uma vida em paz, mas logo ele se envolve novamente nas pesquisas, ainda mais com Tilly tendo um pedaço gigante do asteróide para estudos.
Os dramas são bem abordados, assim como os medos e felicidades da tripulação. Michael ainda mostra a Sarek e a Pike seus medos por Spock, e com o sumiço dele, ela teme que não volte a ver o irmão, até entrar na Enterprise, nos diários dele, e ao ver a croptografia do mesmo, acaba descobrindo que o irmão estava analisando os 7 sinais que as naves estavam recebendo.
Star Trek: Discovery agora deve caminhar para pesquisar esses sinais, reencontrar Spock e ainda ampliar mais as coisas, já que o sonho de Michael vendo uma entidade enorme e avermelhada, pode ser premonição de algo mais adiante. Adorei ver Keyla comentando a beleza da NCC-1701, a USS Enterprise, em uma clara homenagem a nave que deu origem a toda a série.
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