A FOX estreou muito bem seu filho pródigo, diferente deste trocadilho horrível a série foi incrível! Acho que o ponto certeiro deste projeto é Tom Payne e sua relação com Michael Sheen.
O drama de um filho que descobre que o pai é um serial killer e precisa lutar para não ser marcado por isso, e até não trilhar o mesmo caminho, enquanto se torna um homem que monta o perfil de assassinos, é muito bom.
O episódio oscila bem entre o drama inicial de apresentação de Prodigal Son, enquanto busca nos apoiar em uma trama nos dias atuais. Assim a série se posiciona em um momento da vida de Malcolm, Bright para esconder o sobrenome Whitly, onde ele não dorme há alguns dias, demitido do FBI e na polícia agora ele encontra um serial killer seguindo os passos do pai.
Prodigal Son ainda traz um elenco de apoio muito bom, com Lou Diamond Phillips como Gil Arroyo e Bellany Young como Jessica Whitly. Outro ponto que salta os olhos é a fotografia degradante que nos abraça nesse clima mais sombrio.
No fim Prodigal Son coloca Martin diretamente ligado ao serial killer que seu filho investiga e fica óbvio que o rapaz irá mudar algum pensamento, mas por enquanto ele luta para se afastar o máximo de seu pai. E foi ele quem chamou a polícia em 1998, e assim conhece Gil.
Espero que Prodigal Son empolgue ainda mais nos próximos episódios e que tenha mais tempo para desenvolver os coadjuvantes, como a irmã Ainsley que é repórter, assim como Dani e JT.
Por este piloto Prodigal Son é um bom acerto para a FOX.
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