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Em trimestre marcado por polêmicas com Jimmy Kimmel, Disney vê usuários de streaming crescerem 4% em todo mundo.

Lá pela metade de setembro, a The Walt Disney Company se viu numa crise sem tamanho quando o canal ABC (emissora de TV aberta nos EUA e que faz parte do portfólio de empresas do grupo) tirou do ar, no dia 17, o talk show apresentado por Jimmy Kimmel por conta das repercussões relacionadas ao comentários feitos por ele, em programa na noite do dia 15, sobre apoiadores do então Presidente Trump.

Foram dias de debates acalorados nas redes sociais, a cobertura da mídia americana foi brutal, e uma campanha de “cancele seu Disney+” rolou entre algumas celebridades e usuários mais radicais.

Dias depois Kimmel, no dia 23, o programa e Kimmel voltaram ao ar. E curiosamente essa semana foi a semana que a empresa encerrou o ano fiscal, o chamado período Q4/2025, ou seja, os meses de julho, agosto e setembro e que representam não só o final, do trimestre, como também do ano fiscal da empresa.

Mas segundo dados liberados hoje (13) pela empresa, o Disney+ apenas cresceu no período. Nos EUA/Canadá, a empresa teve 3% de aumento na base de assinantes, comparado ao final do Q3/2025, e que terminou em Junho e fechou o trimestre com 59.3 milhões de assinantes. Já nos outros mercados, os internacionais, foi um aumento de 4% em relação ao período anterior, com o número ultrapassando 72 milhões de usuários.

Assim, no final de setembro, o Disney+registou, mundialmente, 131,6 milhões de assinantes. Já o Hulu (que começou a ser ofertado dentro do Disney+ apenas em Outubro nos mercados fora dos EUA/Canadá) teve um aumento, nos EUA/Canadá, de 17% em relação ao último período fiscal. A oferta somente do streaming (lá nos EUA, o pacote TV ao vivo + Hulu segue outra métrica) ficou em 59.7 milhões de usuários. No total, o Hulu, fechou o trimestre com 64.1 milhões de usuários.

Assim, no total a divisão de Direct-to-Consumer (as plataformas de streaming) fechou o ano fiscal e o trimestre em 196 milhões de usuários globais.

Em termos de conteúdo ofertado durante o período, o destaque ficou para a estreia do live-action de Lilo& Stitch no Disney+. O longa é o único, até o momento, a arrecadar mais de 1 bilhão na bilheteria durante sua passagem nos cinemas.

Estreou no final do trimestre, e, segundo a empresa, teve 14,3 milhões de visualizações em 5 dias na plataforma. Se tornou a segunda maior estreia do serviço depois do live-action de A Pequena Sereia em 2023.

Outro destaque ficou com a estreia da série Alien: Earth que, segundo também, a empresa foi a maior estreia da história do Hulu/FX. A atração, uma das maiores do canal, foi renovada para um segundo ano essa semana.

Com informações do Relatório de resultados fiscais da empresa liberado na manhã de hoje. Segue declaração do CEO do grupo para os acionistas.

“Este foi mais um ano de grande progresso, pois fortalecemos a empresa ao alavancar o valor dos nossos ativos criativos e de marca e continuamos a fazer progressos significativos nos nossos negócios diretos ao consumidor”, disse Robert A. Iger, diretor executivo da The Walt Disney Company.





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