Que jornada deliciosa tem sido acompanhar Raio Negro (Black Lightning). Um acerto sensacional da The CW e melhor ainda a distribuição aqui no Brasil pela Netflix, mas o mérito fica pela força de Cress Williams em cena e o roteiro de Salim Akil (Being Mary Jane, The Game) nesses dois primeiros episódios. Só que neste capítulo temos LaWanda, interpretada formidavelmente por Tracey Bonner.
Jefferson estava crente que ao resgatar suas filhas as coisas poderiam dar uma trela, mas Lala não deixaria barato e o retorno do Raio Negro chamou a atenção de Tobias Whale, que pede que Lala dê um jeito de descobrir a identidade do herói que pode atrapalhar todos os seus planos. Jefferson então precisa lidar com as investidas de Lala e com a comunidade desesperada por ajuda e sem confiar nas atitudes da polícia.
Sem saída e com Lynn pensando em voltar para ele, Jefferson se vê em uma guerra particular que ele tenta usar a inteligência e a esperança para resolver, mas depois de muitas conversas com LaWanda, e com o fato de todos ficarem pensativos sobre o motivo de Raio Negro ter salvo somente suas filhas, ele resolve tentar resgatar a filha dela que está nas mãos dos 100.
Eis que a série toca em um assunto tão complicado e trata de forma tão emocionante. Mães vendo filhas sendo perdidas para a criminalidade e as drogas, sendo arrastadas para esse mundo, o que acaba levando suas famílias junto.
A morte de LaWanda por Lala me assustou pela frieza que colocaram no personagem e isso é bom para a série, pois nos faz temer pelas atitudes e reações de todos ao seu redor. A morte de Will não foi impressionante, mas mostra que ele também não quer as próprias pedras em seu caminho, e sem Will a polícia nem Jefferson podem agir contra Lala.
Deste ponto temos uma virada com Jefferson batendo de frente com Lynn e decidido a seguir seu coração e sua intuição, e buscando salvar a comunidade que tanto ama, precisando assim de seu uniforme de volta… É hora da esperança voltar com Raio Negro.
Os personagens ao redor dele também tem sua importância e seus diálogos bem fortes. Gostei das citações de Lynn, Gambi tem bons momentos com Jefferson, assim como o policial e amigo dele Henderso, mas é Anissa quem começa a crescer e dar seus passos como Tormenta, deixando ainda um pouco com tramas adolescentes a jovem Jennifer.
Anissa começa a ter seus poderes querendo sair de seu corpo e isso a deixa com insônia e dores, mas ao evitar um assalto no mercado e usar seus poderes, ela sente agora que é ela mesma. Outra coisa bacana foram suas cenas com a namorada, que cobra mais presença dela, mas a filha de Jefferson se enche de desculpas.
Raio Negro então mostrou a que Tobias Whale veio ao mostrá-lo invadindo a prisão com os policiais corruptos lhe abrindo caminho e dentro da cela de lala, pego por conta do vídeo de LaWanda, matá-lo sem dó e com as próprias mãos.
Necessária, instigante e cheia de força, Raio Negro vem mostrando a que veio a cada episódio.
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