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Netflix anuncia nova leva de projetos nacionais com séries de drama, filme de terror e documentários

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A Netflix anunciou uma nova leva de produções nacionais para os próximos meses na plataforma.

São ao todo 10 novos projetos entre filmes, séries, documentários e mais. Confira a lista e o que esperar de cada um deles.

SÉRIES

  • Emergência Radioativa

A plataforma confirmou os nomes de Johnny Massaro, Paulo Gorgulho, Bukassa Kabengele, Alan Rocha, Antonio Saboia, Luiz Bertazzo e Tuca Andrada no projeto. A minissérie é inspirada no maior acidente radiológico da história fora de uma usina nuclear, ocorrido em Goiânia, em 1987, com o Césio-137.

Criada por Gustavo Lipsztein, dirigida por Fernando Coimbra e produzida pela Gullane, a trama acompanha a atuação de físicos e médicos na corrida contra o tempo para salvar milhares de vidas e a cidade. As gravações já começaram.

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  • Fúria

O seriado vai mergulhar no universo do MMA para retratar a trajetória de um jovem lutador em busca da sua própria identidade.

Sem nomes no elenco no momento, a atração foi criado por Igor Verde e Gustavo Bragança e será dirigida por José Henrique Fonseca e produzida pela Zola Filmes.

  • Brasil 70 – A Saga do Tri

A minissérie feita em parceira com a O2 Filmes vai revive a trajetória dos jogadores brasileiros de futebol no campeonato mundial de 1970.

Sem nomes no elenco divulgados, a atração vai ter direção de Pedro e Paulo Morelli.

FILMES

  • Spin-off de Sintonia

Depois que Sintonia se tornou a maior série brasileira da Netflix vem aí um filme que vai continuar a trajetória de Nando (Christian Malheiros).

Sem maiores detalhes da trama, o projeto terá direção de Johnny Araújo e a produção da Gullane.

“Fico muito feliz com a paixão dos fãs pela série. Estou muito animado com esse novo desafio e quero aproveitar essa oportunidade para mostrar o quanto esse personagem ainda tem a dizer.” diz Malheiros que retorna a interpretar o personagem.

  • Fazenda Colonial

Produção nacional de terror e ainda com efeitos práticos? Queremos. A plataforma confirmou um longa de terror que acompanha a viagem comemorativa de um grupo de amigos a uma antiga fazenda, que termina em um reencontro sinistro com o passado.

Nomes no elenco não foram divulgados. Mas Marcela Mariz e Renata di Carmo estarão na direção.

Fazenda Colonial é um projeto original e instigante desde sua premissa inicial. Renata e Marcela criaram uma história que cruza o medo para falar de horrores do passado ainda muito vivos no presente. Ambientado numa típica fazenda colonial brasileira, um dos pontos altos da produção, com toda a simbologia que esse tipo de local carrega, nosso filme parte do terror para trazer à tona ecos da escravidão, racismo e práticas coloniais que ainda perduram. Com isso, somando os efeitos mecânicos e de pós-produção que algumas cenas demandam, o susto, o medo e o suspense se misturam a indignação, questionamento e clamor por justiça, fazendo dessa história um terror original com DNA muito brasileiro.”, diz Rodrigo Letier da produtora Kromaki que produz o filme com a Netflix e a Panda Filmes.

  • Filme de ficção inspirado no caso Elize Matsunaga

O projeto é descrito como um suspense com toques de melodrama, com direção de Vellas e roteiro de Raphael Montes, que também atua como produtor associado.

Produzido pela Boutique Filmes, o longa explora temas como classe social, ambição e violência de forma provocativa e faz uma reprodução fiel e detalhada do apartamento onde o casal Matsunaga vivia. “Foi um enorme desafio criar uma história que discute assuntos tão relevantes enquanto mergulha fundo na mente de Elize, na complexa relação dela com Marcos e nas escolhas que culminaram em um dos crimes mais chocantes do país”, comenta Montes em declaração para a imprensa.

DOCUMENTÁRIOS

  • Documentário sobre Ronaldinho Gaúcho

O projeto focado no jogador de futebol vai contar “com irreverência e leveza a trajetória do craque a partir de histórias pouco conhecidas e depoimentos inéditos.” afirma a sinopse liberada pela Netflix.

Luis Ara cuidou da direção e do roteiro.

  • Documentário sobre os bastidores do Santos e a volta de Neymar Jr. ao time.

Segundo a sinopse, o projeto é sobre narrar “os anos mais difíceis do time, desde a morte de Pelé ao rebaixamento e a volta à primeira divisão e sobre a missão de Neymar Jr de ajudar o Santos voltar à glória.”

“O foco será nos bastidores do Santos e no desafio que seu camisa dez e a equipe enfrentam no momento mais decisivo na história do clube. Neymar, após lesões, tenta ajudar o time e a sua própria estrela voltar a brilhar novamente, enquanto se prepara para seu último mundial. É possível que este seja o ‘last dance‘ de Neymar e a chance do Santos reafirmar sua força”, diz o diretor, David Charles Rodrigues que comandará o projeto.

  • Marcha das Onças

Será o primeiro documentário de natureza da Netflix no país e na América Latina. Segundo a plataforma, o doc acompanha a jornada de três onças-pintadas no Pantanal, revelando com tecnologia de ponta os desafios da espécie e a importância de sua preservação.

“Foram nove expedições ao Pantanal com uma equipe completa — quatro cinegrafistas, câmeras estabilizadas em barcos, drones, microcâmeras e lentes específicas — colaborando com pesquisadores e guarda-parques para capturar a vida de três onças desde filhotes até a maturidade”, afirma Lawrence Wahba que dirige o projeto.

  • Meu Namorado Coreano

O projeto é descrito como uma mistura de reality show e documentário. No doc-reality cinco brasileiras, em diferentes níveis de relacionamento, desembarcam na agitada Seul para descobrir se as relações sobreviverão à distância, às diferenças culturais e à nova rotina.. A proposta é combinar afeto e autenticidade em uma narrativa que reflete o crescente interesse do público brasileiro pelo formato de realities e pela cultura coreana.

Feito em produção junto com a Floresta, a atração foi gravada em 21 dias. “O casting foi o ponto mais desafiador do projeto. Ele é a alma do programa. Mergulhamos no universo coreano com muito respeito e curiosidade, e fizemos uma grande pesquisa para entender e encontrar perfis que se conectassem com o formato e também com a cultura.” afirmou a executiva Adriana ‘Dida’ Silva, VP e Diretora-Geral da Floresta.

“Estamos produzindo histórias que só poderiam nascer aqui no país, por talentos brasileiros com um olhar ambicioso e sedento por novas maneiras de contar histórias”, afirma Elisabetta Zenatti, VP de Conteúdo da Netflix no Brasil.

Os projetos não tem previsão de estreia.

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